Quando falamos em mercado, fico sempre com a sensação de que 'esse ser abstrato e intocável' é indecifrável!!!
O mercado é um 'monstro' que anda sozinho; pensa sozinho; e faz o que quer, como quer.
ISSO NÃO EXISTE.
Esse é mais um mito (MONSTRO) que nós criamos.
Nós, claro; 'homo sapiens', neste caso, homo sabidus!!!
O mercado é composto de pessoas, que trabalham em negócios.
Não? Ok.
O mercado é composto de negócios, onde trabalham pessoas.
Não? Ok.
O mercado é composto de pessoas, que criam negócios, onde trabalham pessoas.
Não? Ok.
O mercado é composto de negócios, onde pessoas e máquinas produzem, para terem seus produtos reconhecidos e desejados por pessoas.
Não? Que não, chega!!!
O mercado é feito de pessoas. Tudo acontece em decorrência das pessoas e seus comportamentos.
Sempre, em qualquer situação, vamos acabar nas pessoas.
Então, se falamos de pessoas, falamos de gente como a gente.
Uma carne aqui, um osso ali, uma cabecinha para pensar, um coração para pulsar e outras coisas do gênero humano.
Se é humano, NÓS SOMOS O MERCADO.
A inteligência por trás dessa roda é humana.
Os produtos são criados por pessoas.
As estratégias pensadas por pessoas.
A execução e a operação do negócio guiada por pessoas.
Se é assim, então nós podemos entender o mercado.
O MERCADO É COMPREENSÍVEL E DECIFRÁVEL, é só perder o medo!!!
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Se a HSM faz, você deveria pensar em fazer
Passamos da fase de entender 'Planejamento'. Espero, claro!!??
Começamos por aqui, pois em primeiro lugar deve-se entender o lugar do 'Planejamento' na linguagem do executivo. Sem reconhecer sua importância, outro passo é perda de tempo.
Reconhecendo que a vida da empresa depende do profissionalismo e qualidade do 'Planejamento', podemos avançar para os diversos estágios dessa jornada fantástica!!!
Dentre os grandes, Peter Drucker é o maior.
Isso é dito por gente de muito peso, como Kotler. E ambos são fervorosos defensores de que a empresa precisa conhecer seu negócio e assumir algumas definições de personalidade (identidade, talvez?).
A HSM (hsmglobol.com), um grupo de compilação e divulgação do pensamento mais atual em gestão, tem sua identidade bem definida.
Veja o que eles dizem:
QUEM SOMOS
HSM – líder em conteúdos multimídia de management.
A HSM é o vínculo entre os executivos de todos os setores de negócios e o melhor conteúdo de management do mundo.
Durante mais de 20 anos, nós selecionamos, adaptamos e distribuímos as ideias mais inovadoras para aqueles que criam, lideram e transformam os negócios.
Nossa Missão
Anteciparmo-nos às necessidades de conhecimento, combinando ideias inovadoras e experiências de sucesso.
Trabalhamos para:
• Transformar o conhecimento em ação.
• Oferecer clareza e objetividade ao processo de tomada de decisões.
• Estender os limites.
• Construir oportunidades.
• Criar experiências transformadoras para nossos clientes, nosso pessoal e nossos acionistas.
• Dar poderosas contribuições ao recurso mais escasso: o capital humano.
Nossa Visão
Ser a referência mundial de “ideias em ação” para aqueles que criam, lideram e transformam os negócios em todo o mundo.
Nossos Valores
Acreditamos:
• Na integridade, na honestidade e no compromisso.
• No afã para aceitar desafios.
• Na diversidade cultural, religiosa, étnica e de gênero.
• No padrão 10+ e na excelência em tudo o que fazemos.
• No valor do tempo, o único recurso com valor infinito.
• Nas ideias inovadoras, acompanhadas de fórmulas para a ação.
• No planejamento rigoroso.
É por aí. A HMS é o 'bloguinho do Mussi' maior!!!
Até eu gostei dessa!!!
Começamos por aqui, pois em primeiro lugar deve-se entender o lugar do 'Planejamento' na linguagem do executivo. Sem reconhecer sua importância, outro passo é perda de tempo.
Reconhecendo que a vida da empresa depende do profissionalismo e qualidade do 'Planejamento', podemos avançar para os diversos estágios dessa jornada fantástica!!!
Dentre os grandes, Peter Drucker é o maior.
Isso é dito por gente de muito peso, como Kotler. E ambos são fervorosos defensores de que a empresa precisa conhecer seu negócio e assumir algumas definições de personalidade (identidade, talvez?).
A HSM (hsmglobol.com), um grupo de compilação e divulgação do pensamento mais atual em gestão, tem sua identidade bem definida.
Veja o que eles dizem:
QUEM SOMOS
HSM – líder em conteúdos multimídia de management.
A HSM é o vínculo entre os executivos de todos os setores de negócios e o melhor conteúdo de management do mundo.
Durante mais de 20 anos, nós selecionamos, adaptamos e distribuímos as ideias mais inovadoras para aqueles que criam, lideram e transformam os negócios.
Nossa Missão
Anteciparmo-nos às necessidades de conhecimento, combinando ideias inovadoras e experiências de sucesso.
Trabalhamos para:
• Transformar o conhecimento em ação.
• Oferecer clareza e objetividade ao processo de tomada de decisões.
• Estender os limites.
• Construir oportunidades.
• Criar experiências transformadoras para nossos clientes, nosso pessoal e nossos acionistas.
• Dar poderosas contribuições ao recurso mais escasso: o capital humano.
Nossa Visão
Ser a referência mundial de “ideias em ação” para aqueles que criam, lideram e transformam os negócios em todo o mundo.
Nossos Valores
Acreditamos:
• Na integridade, na honestidade e no compromisso.
• No afã para aceitar desafios.
• Na diversidade cultural, religiosa, étnica e de gênero.
• No padrão 10+ e na excelência em tudo o que fazemos.
• No valor do tempo, o único recurso com valor infinito.
• Nas ideias inovadoras, acompanhadas de fórmulas para a ação.
• No planejamento rigoroso.
É por aí. A HMS é o 'bloguinho do Mussi' maior!!!
Até eu gostei dessa!!!
sábado, 5 de junho de 2010
Agora vou de vez!!!
Planos prontos. Tudo em cima. Posso partir.
Claro!!! Mas respeitando os pontos de checagem.
Executar um 'Plano' exige, como numa prova de 'rally', pontos de checagem. Mapa na mão do navegador e paradas para checagem e referência cartográfica.
É exatamente assim com um 'bom plano'. Previsão de paradas para revisões e avaliações. Você não pode se dar ao luxo de descobrir que saiu da rota em mil quilômetros!!! Isso quebra a empresa.
Por isso os 'bons planos' contemplam pontos de controles pré-vistos e bem definidos - como regra do jogo.
Controlar é uma etapa definitiva do jogo.
Você precisa ter esse controle.
E você precisa acreditar que o resultado da checagem (controle) é confiável para orientar suas decisões.
Se tudo indicar que o 'Plano' está sendo bem cumprido, e que prazos e regras acontecem como definido, ótimo.
E se indicar um erro?
E se o erro for grave?
Melhor saber logo, assim o plano de contingência pode ser colocado em prática. O quê? Você não tem 'Plano de Contingência'?
Perdão, volte a casa um. Pelo amor dos planejadores!!!
Você monta um tremendo 'Plano' e só acredita numa hipótese??? Que tudo vai acontecer exatamente como previsto.
Há limites para o otimismo. E no campo empresarial, otimismo é uma virtude - acompanhada de cautela, sempre!!!
E cautela é saber que não temos controle de todas as variáveis. A natureza é maior e mais poderosa.
Por isso levamos lanterna; provisões adicionais de comida; bastante água; roupa para um frio acima do previsto; e outras coisas mais que permitam - sempre - manter o prumo do projeto.
Seja um planejador coerente. Monte um 'Plano de Controle'. E use sua provisão adicional de água se for necessário.
O mundo dos negócios exige a mesma perícia dos grandes navegadores!!!
Precisão e provisão!!!
Claro!!! Mas respeitando os pontos de checagem.
Executar um 'Plano' exige, como numa prova de 'rally', pontos de checagem. Mapa na mão do navegador e paradas para checagem e referência cartográfica.
É exatamente assim com um 'bom plano'. Previsão de paradas para revisões e avaliações. Você não pode se dar ao luxo de descobrir que saiu da rota em mil quilômetros!!! Isso quebra a empresa.
Por isso os 'bons planos' contemplam pontos de controles pré-vistos e bem definidos - como regra do jogo.
Controlar é uma etapa definitiva do jogo.
Você precisa ter esse controle.
E você precisa acreditar que o resultado da checagem (controle) é confiável para orientar suas decisões.
Se tudo indicar que o 'Plano' está sendo bem cumprido, e que prazos e regras acontecem como definido, ótimo.
E se indicar um erro?
E se o erro for grave?
Melhor saber logo, assim o plano de contingência pode ser colocado em prática. O quê? Você não tem 'Plano de Contingência'?
Perdão, volte a casa um. Pelo amor dos planejadores!!!
Você monta um tremendo 'Plano' e só acredita numa hipótese??? Que tudo vai acontecer exatamente como previsto.
Há limites para o otimismo. E no campo empresarial, otimismo é uma virtude - acompanhada de cautela, sempre!!!
E cautela é saber que não temos controle de todas as variáveis. A natureza é maior e mais poderosa.
Por isso levamos lanterna; provisões adicionais de comida; bastante água; roupa para um frio acima do previsto; e outras coisas mais que permitam - sempre - manter o prumo do projeto.
Seja um planejador coerente. Monte um 'Plano de Controle'. E use sua provisão adicional de água se for necessário.
O mundo dos negócios exige a mesma perícia dos grandes navegadores!!!
Precisão e provisão!!!
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Fui ao Shopping no feriado
Acabei na cilada mais comum de uma quinta chuvosa no Rio. Uma quinta de feriado. Fui ao 'Shopping', com mulher e filho de nove anos!!!
Se fosse encarar o que foi, sem qualquer outra visão ou pensamento, nem precisaria escrever o artigo.
Vocês devem imaginar o principal 'Shopping da Barra da Tijuca', no Rio, sete horas da noite! Era coisa de maluco, com carteira assinada!!!
Mas o grande barato é que tudo isso virou, a muitos anos, material de pesquisa da 'ciência de mercado'. Assim, tudo é 'pesquisa de campo' (minado).
Por que vamos ao 'Shopping' numa situação assim?
Já sabemos as consequências, mas reprisamos a cena.
Será que os casamentos acabam por essas idas ao 'Shopping'? Provavelmente um alto percentual.
Duas boas:
Fui numa livraria grande e bastante conceituada no 'Shopping'. Um Oásis de tranquilidade em meio ao caos absoluto. Quase um abrigo.
Tudo em perfeita harmonia. Um outro tempo.
Quis ver umas trilogias de vídeos.
Fui atendido por um cara muito bacana e solícito.
Era treinado e sabia o que estava fazendo.
Senti segurança de pronto e, com isso, deixei que ele conduzisse o show.
Foi realmente um show (e inesperado, pela situação geral do 'Shopping').
Ele conseguiu o produto que buscava e um outro similar. Pude reservar, porque o similar vinha de outra loja.
Tudo muito alegre e conduzido com enorme profissionalismo.
Fiz a reserva.
O pacote mais caro era o que interessava. Era vendido a R$ 65,00. Achei legal.
Sai bem satisfeito!!!
Back to hell!!!
Quase em frente, um magazine de marca, local de muito giro e gente. Com o 'Shopping' lotado, a coisa fica confusa. Você fica perdido.
É uma abordagem de varejão.
Muita oferta; muita promoção; muita gente; pouca informação; e uma loja bagunçada - nesta altura do dia.
Depois de um tempo, consegui um rapaz jovem, bem humorado, para ir a caça do que queria. Voltou feliz porque tinha meu produto em estoque. Preço de venda: R$56,00.
Também separei. Queria pensar. Precisava pensar!!!
A diferença era de nove reais!!!???
Mesmo shopping.
Duas grandes marcas dos segmentos.
Uma livraria.
Outra magazine.
Uma sofisticada, outra varejo de carregação.
Uma com serviço (atendimento), outra com entrega (no máximo).
E aí, seu Marco Mussi, qual a moral da estória?
É a máxima da teoria de percepção de valor. Isso versus aquilo.
Posso economizar nove (e não ser ninguém) ou posso investir nove (para ser alguém). Como agem os consumidores?
Por que as empresas vendem o mesmo produto de uma forma tão distinta?
O que elas querem?
E o preço, o que tem de relevante na decisão?
Vocês e eu somos os clientes.
Tá visto aqui que há opções de nível de serviço com o pagamento do prêmio.
Como você agiria?
Todos os momentos do dia vivemos assim. Com o dilema de trocar conforto e serviço por economia.
Qual a sua decisão?
Se fosse encarar o que foi, sem qualquer outra visão ou pensamento, nem precisaria escrever o artigo.
Vocês devem imaginar o principal 'Shopping da Barra da Tijuca', no Rio, sete horas da noite! Era coisa de maluco, com carteira assinada!!!
Mas o grande barato é que tudo isso virou, a muitos anos, material de pesquisa da 'ciência de mercado'. Assim, tudo é 'pesquisa de campo' (minado).
Por que vamos ao 'Shopping' numa situação assim?
Já sabemos as consequências, mas reprisamos a cena.
Será que os casamentos acabam por essas idas ao 'Shopping'? Provavelmente um alto percentual.
Duas boas:
Fui numa livraria grande e bastante conceituada no 'Shopping'. Um Oásis de tranquilidade em meio ao caos absoluto. Quase um abrigo.
Tudo em perfeita harmonia. Um outro tempo.
Quis ver umas trilogias de vídeos.
Fui atendido por um cara muito bacana e solícito.
Era treinado e sabia o que estava fazendo.
Senti segurança de pronto e, com isso, deixei que ele conduzisse o show.
Foi realmente um show (e inesperado, pela situação geral do 'Shopping').
Ele conseguiu o produto que buscava e um outro similar. Pude reservar, porque o similar vinha de outra loja.
Tudo muito alegre e conduzido com enorme profissionalismo.
Fiz a reserva.
O pacote mais caro era o que interessava. Era vendido a R$ 65,00. Achei legal.
Sai bem satisfeito!!!
Back to hell!!!
Quase em frente, um magazine de marca, local de muito giro e gente. Com o 'Shopping' lotado, a coisa fica confusa. Você fica perdido.
É uma abordagem de varejão.
Muita oferta; muita promoção; muita gente; pouca informação; e uma loja bagunçada - nesta altura do dia.
Depois de um tempo, consegui um rapaz jovem, bem humorado, para ir a caça do que queria. Voltou feliz porque tinha meu produto em estoque. Preço de venda: R$56,00.
Também separei. Queria pensar. Precisava pensar!!!
A diferença era de nove reais!!!???
Mesmo shopping.
Duas grandes marcas dos segmentos.
Uma livraria.
Outra magazine.
Uma sofisticada, outra varejo de carregação.
Uma com serviço (atendimento), outra com entrega (no máximo).
E aí, seu Marco Mussi, qual a moral da estória?
É a máxima da teoria de percepção de valor. Isso versus aquilo.
Posso economizar nove (e não ser ninguém) ou posso investir nove (para ser alguém). Como agem os consumidores?
Por que as empresas vendem o mesmo produto de uma forma tão distinta?
O que elas querem?
E o preço, o que tem de relevante na decisão?
Vocês e eu somos os clientes.
Tá visto aqui que há opções de nível de serviço com o pagamento do prêmio.
Como você agiria?
Todos os momentos do dia vivemos assim. Com o dilema de trocar conforto e serviço por economia.
Qual a sua decisão?
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