Se você encontra neste blog ênfase de que 'o mercado é individual', qual o sentido de agrupar consumidores?
Mesmo que fosse possível arrancar da mente do seu cliente tudo que ele pensa, ainda assim o valor seria relativo.
Por um simples argumento: ele muda de idéia.
A mente dele poderia dizer que vermelho é uma cor sobre a qual não se deve nem falar.
Esse cliente abomina vermelho.
Dali um tempo, ele se casa. Seu parceiro/parceira, AMA VERMELHO.
Ele passa pela máquina de informações da mente e já não há mais recusa ao vermelho.
E agora?
Você acreditou na informação da máquina.
Fez sua linha de sofás em preto, pensando em vender todas as peças do seu ateliêr ao excêntrico milionário.
Moral da estória, no 'mercado do indivíduo' você só atende ao desejo único e especial do seu cliente em negócios em que seja possível elaborar uma peça exclusiva.
É o caso de um 'fashion designer' que produz vestidos de noivas.
Em outros negócios, você pode trabalhar para individualizar consumo e atingir grupos. Por isso, a necessidade de agrupar clientes com hábitos semelhantes.
Se seu negócio de roupa é especializado em tamanho GGG, pode encontrar caminhos para criar grupos.
Uma alfaiataria que atenda no local dá oportunidade ao cliente de fazer ajustes e montar a peça mais ao seu gosto.
Pode ser que preto seja uma cor preferida por muitos e seu negócio resolva investir numa marca especial de roupas pretas.
Enfim, agrupar é necessário.
Encontrar caracteres comuns vai qualificar sua comunicação e melhorar seu produto.
Definir melhor desejos e sensações é fundamental. Vai ajudar muito seu planejamento.
Mas lembre-se: o mercado já é individual.
Se isso vai ajudar você, ótimo.
Mas se tudo vai continuar igual na sua vida, vou torcer que você seja o meu leitor dos vestidos de noiva. Assim, seu negócio já está preparado para atender o cliente individual.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Detalhe ou não???
É óbvio que o blog é para ser visitado!!!
A exposição de idéias aqui tem uma sequência.
É um livro, com seus capítulos sendo construídos a cada postagem!!!
Pretensão??!!
Qualquer idéia é pretensão até se realizar. Vamos em frente...
Se você acompanhou nossa exposição sobre o 'mercado individual' - e a noção de segmentação que apoia a idéia - vamos agora aos detalhes.
Imagine um negócio de varejo de confeitaria.
Se você não vivenciou, só pode imaginar o nível de complexidade.
Adoro comparar coisas; acho que facilita o entendimento.
Compare uma franquia de sapatos 'finos' com uma confeitaria!!!
Dá para perceber a diferença???
1. Na 'sapataria fina' o número de produtos é reduzido.
2. O produto está pronto e foi submetido a uma série de barreiras de inspeção de qualidade.
3. Precisa de pouca ou nenhuma manutenção.
4. O prazo de validade é infinito.
5. E a vigilância sanitária não é seu cliente!!!
Quanta diferença!!!
Mas que sentido tem esta comparação com o tema?
Muito.
A individualização do consumo, no negócio de sapatos finos, está no modelo, exclusivamente.
O cliente individualiza seu consumo quando pode escolher o modelo, mas ele não consome um tamanho maior que o do pé!!!???
Tá parecendo loucura???
Vá no varejo de alimento e veja o que é individualização de consumo. Existem redes que conquistaram o Brasil com base, exclusivamente, neste item...
Então, voltemos à confeitaria.
Vamos pensar exclusivamente no 'éclair', nossa famosa bomba!!!
Levando em consideração alguns itens, que decisão você tomaria:
1. Espessura, textura, coloração, tamanho e sabor da massa;
2. Sabor, coloração, densidade, quantidade, teor de gordura e utilização de químicas de conservação do recheio;
3. Sabor, coloração, densidade, quantidade, utilização de químicas de conservação e combinação com o recheio da cobertura.
Dá para imaginar o número de combinações possíveis?
O que pesa na decisão?
Custo?
Qualidade?
Validade?
Ou o consumidor que o negócio quer atender?
Se é o consumidor e seu desejo, como saber o que vai agradar mais?
E no negócio de confeitaria, com esse produto em especial, dá para pensar só num tipo de consumidor?
E os outros?
O que esse empresário faz em 99% dos casos?
Ele esqueçe o consumidor - e seu desejo de materializar o consumo individualizado - e faz o produto virar 'comoditie'. Assim, acredita ele, a chance de errar é igual a do concorrente.
Só isso dá para o jogo???
A exposição de idéias aqui tem uma sequência.
É um livro, com seus capítulos sendo construídos a cada postagem!!!
Pretensão??!!
Qualquer idéia é pretensão até se realizar. Vamos em frente...
Se você acompanhou nossa exposição sobre o 'mercado individual' - e a noção de segmentação que apoia a idéia - vamos agora aos detalhes.
Imagine um negócio de varejo de confeitaria.
Se você não vivenciou, só pode imaginar o nível de complexidade.
Adoro comparar coisas; acho que facilita o entendimento.
Compare uma franquia de sapatos 'finos' com uma confeitaria!!!
Dá para perceber a diferença???
1. Na 'sapataria fina' o número de produtos é reduzido.
2. O produto está pronto e foi submetido a uma série de barreiras de inspeção de qualidade.
3. Precisa de pouca ou nenhuma manutenção.
4. O prazo de validade é infinito.
5. E a vigilância sanitária não é seu cliente!!!
Quanta diferença!!!
Mas que sentido tem esta comparação com o tema?
Muito.
A individualização do consumo, no negócio de sapatos finos, está no modelo, exclusivamente.
O cliente individualiza seu consumo quando pode escolher o modelo, mas ele não consome um tamanho maior que o do pé!!!???
Tá parecendo loucura???
Vá no varejo de alimento e veja o que é individualização de consumo. Existem redes que conquistaram o Brasil com base, exclusivamente, neste item...
Então, voltemos à confeitaria.
Vamos pensar exclusivamente no 'éclair', nossa famosa bomba!!!
Levando em consideração alguns itens, que decisão você tomaria:
1. Espessura, textura, coloração, tamanho e sabor da massa;
2. Sabor, coloração, densidade, quantidade, teor de gordura e utilização de químicas de conservação do recheio;
3. Sabor, coloração, densidade, quantidade, utilização de químicas de conservação e combinação com o recheio da cobertura.
Dá para imaginar o número de combinações possíveis?
O que pesa na decisão?
Custo?
Qualidade?
Validade?
Ou o consumidor que o negócio quer atender?
Se é o consumidor e seu desejo, como saber o que vai agradar mais?
E no negócio de confeitaria, com esse produto em especial, dá para pensar só num tipo de consumidor?
E os outros?
O que esse empresário faz em 99% dos casos?
Ele esqueçe o consumidor - e seu desejo de materializar o consumo individualizado - e faz o produto virar 'comoditie'. Assim, acredita ele, a chance de errar é igual a do concorrente.
Só isso dá para o jogo???
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Segmentação é tudo
Se você concorda que estamos vivendo o 'mercado do indivíduo', os segmentos (ou grupos de consumo) são ainda mais importantes, por definirem características marcantes QUE FORMAM O GRUPO.
Cada uma dessas sinalizações pode representar 'erro ou acerto do seu composto de marketing'.
A vontade de assumir uma personalidade individualizada em tudo - mesmo no que parece impossível - obriga seu negócio a ter, na definição estratégica, a visão clara do que isso pode representar.
Da última publicação até esta, estive preso a esse conceito, e no amplo espectro da sua dimensão.
É COISA MUITO SÉRIA, POR ISSO PAREI ALGUNS DIAS.
Pense com cautela e tente identificar algum segmento onde esse modelo não esteja sendo aplicado.
Mesmo nos 'segmentos de comodities' mais despersonificados, ainda assim, há alguma coisa acontecendo para individualizar produtos.
Se até nisso a premissa é real, imagina aí, no seu negócio de varejo.
Preciso falar sobre isso com muitos detalhes, mas quero dar o tempo necessário para que você entenda e absorva essa realidade.
Se sua opção for ignorar a verdade, aproveite e dê adeus ao seu negócio.
Antecipe-se: vá para casa.
De preferência, pela sombra!!!
Cada uma dessas sinalizações pode representar 'erro ou acerto do seu composto de marketing'.
A vontade de assumir uma personalidade individualizada em tudo - mesmo no que parece impossível - obriga seu negócio a ter, na definição estratégica, a visão clara do que isso pode representar.
Da última publicação até esta, estive preso a esse conceito, e no amplo espectro da sua dimensão.
É COISA MUITO SÉRIA, POR ISSO PAREI ALGUNS DIAS.
Pense com cautela e tente identificar algum segmento onde esse modelo não esteja sendo aplicado.
Mesmo nos 'segmentos de comodities' mais despersonificados, ainda assim, há alguma coisa acontecendo para individualizar produtos.
Se até nisso a premissa é real, imagina aí, no seu negócio de varejo.
Preciso falar sobre isso com muitos detalhes, mas quero dar o tempo necessário para que você entenda e absorva essa realidade.
Se sua opção for ignorar a verdade, aproveite e dê adeus ao seu negócio.
Antecipe-se: vá para casa.
De preferência, pela sombra!!!
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Mercado de um só!!!
Muitos já falam no mercado de um só. É o produto 'taylor made' (feito só para você).
O mercado está virando uma grande alfaitaria. Quem pode, quer exclusividade.
Você compra calças de uma marca famosa, montando cada item da composição da peça na net. É ou não é o mercado individualizado???!!!
Você vai editar seus filmes (vão ter cenas diferentes). Vai escolher se quer chorar muito ou pouco!!!
Isso é um modelo de segmentação levado ao limite. Ou seja, o segmento é você e seus desejos.
Isso é aplicável para alguns produtos, mas mesmo o que antes era 1.000% commodity, hoje é oferecido para segmentos personalizados. Existem picolés do mesmo sabor (líder de mercado) oferecido em três tamanhos. Você pode comprá-los em modelos de embalagens distintas (3, 4 ou 5 unidades).
O que é isso senão individualização do consumo?
Esse mesmo produto, em pouco tempo, vai ser fabricado com mais ou menos malte; mais ou menos chocolate; mais ou menos açucar; e mais ou menos tudo que tiver massa de consumo 'individualizado'.
Amigas e amigos, entre a orelha e a boca a distância muda de grupos de pessoas. Por isso os celulares vão ser fabricados com extensores!!!
Vai ser assim com tudo. Isso é 'inteligência de mercado'.
É necessário uma base de conhecimento ENORME para individualizar grupos e criar produtos.
Em pouco tempo, todos os seus gostos e desejos vão ser vistos individualmente.
Afinal, você não é único???
O mercado está virando uma grande alfaitaria. Quem pode, quer exclusividade.
Você compra calças de uma marca famosa, montando cada item da composição da peça na net. É ou não é o mercado individualizado???!!!
Você vai editar seus filmes (vão ter cenas diferentes). Vai escolher se quer chorar muito ou pouco!!!
Isso é um modelo de segmentação levado ao limite. Ou seja, o segmento é você e seus desejos.
Isso é aplicável para alguns produtos, mas mesmo o que antes era 1.000% commodity, hoje é oferecido para segmentos personalizados. Existem picolés do mesmo sabor (líder de mercado) oferecido em três tamanhos. Você pode comprá-los em modelos de embalagens distintas (3, 4 ou 5 unidades).
O que é isso senão individualização do consumo?
Esse mesmo produto, em pouco tempo, vai ser fabricado com mais ou menos malte; mais ou menos chocolate; mais ou menos açucar; e mais ou menos tudo que tiver massa de consumo 'individualizado'.
Amigas e amigos, entre a orelha e a boca a distância muda de grupos de pessoas. Por isso os celulares vão ser fabricados com extensores!!!
Vai ser assim com tudo. Isso é 'inteligência de mercado'.
É necessário uma base de conhecimento ENORME para individualizar grupos e criar produtos.
Em pouco tempo, todos os seus gostos e desejos vão ser vistos individualmente.
Afinal, você não é único???
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Por que entender o mercado?
É menos óbvio do que parece.
Num primeiro impulso, você pode pensar que 'mercado' é somente o lugar que sua empresa faz negócios.
Nada mais verdadeiro!!!
Então, isso basta.
Nada mais falso!!!
Se é no mercado que a empresa faz negócios, mapeá-lo para reconhecer seu lugar (posicionamento) e seus clientes (atuais, alvo, potenciais e outras denominações da linguagem de marketing) é um dever.
Posicionamento é: 'endereço da sua empresa na cabeça do consumidor'.
Você pode estar onde quer, ou estar simplesmente onde não sabe.
Olha a gravidade dessa situação!!!
Estar no mercado onde você não sabe (e talvez não queira estar)!!!
O reconhecimento que as 'informações de mercado' - traduzidas - são a principal ferramenta para montar o 'Plano Estratégico do Negócio' e levar o 'business' ao ponto de rentabilidade e sucesso é ESSENCIAL.
Chegar a algum lugar sem a exata noção da importância do que tratamos aqui pode ser 'acaso passageiro' ou 'fruto de tempos em que operação e caixa bastavam' para ter sucesso.
Os tempos são outros.
Qual o seu negócio?
Você troca 'o quê' por dinheiro?
Em que segmento atua sua empresa?
Qual o tamanho do seu mercado?
Quem está nele com você?
É fácil ou difícil romper a barreira de entrada?
Seu mercado aumenta ou diminui?
Essas, e centenas de outras perguntas, existem e são lícitas.
É difícil ter resposta para tudo, mas você tem que saber definir o que sua empresa precisa saber para seguir 'seu caminho de glórias'.
E seu caminho é (ou pode ser) traçado por você.
Num primeiro impulso, você pode pensar que 'mercado' é somente o lugar que sua empresa faz negócios.
Nada mais verdadeiro!!!
Então, isso basta.
Nada mais falso!!!
Se é no mercado que a empresa faz negócios, mapeá-lo para reconhecer seu lugar (posicionamento) e seus clientes (atuais, alvo, potenciais e outras denominações da linguagem de marketing) é um dever.
Posicionamento é: 'endereço da sua empresa na cabeça do consumidor'.
Você pode estar onde quer, ou estar simplesmente onde não sabe.
Olha a gravidade dessa situação!!!
Estar no mercado onde você não sabe (e talvez não queira estar)!!!
O reconhecimento que as 'informações de mercado' - traduzidas - são a principal ferramenta para montar o 'Plano Estratégico do Negócio' e levar o 'business' ao ponto de rentabilidade e sucesso é ESSENCIAL.
Chegar a algum lugar sem a exata noção da importância do que tratamos aqui pode ser 'acaso passageiro' ou 'fruto de tempos em que operação e caixa bastavam' para ter sucesso.
Os tempos são outros.
Qual o seu negócio?
Você troca 'o quê' por dinheiro?
Em que segmento atua sua empresa?
Qual o tamanho do seu mercado?
Quem está nele com você?
É fácil ou difícil romper a barreira de entrada?
Seu mercado aumenta ou diminui?
Essas, e centenas de outras perguntas, existem e são lícitas.
É difícil ter resposta para tudo, mas você tem que saber definir o que sua empresa precisa saber para seguir 'seu caminho de glórias'.
E seu caminho é (ou pode ser) traçado por você.
Como entender o mercado
É abrangente demais falar em 'mercado' sem definir uma especificação ou apontar um único detalhe.
Mercado é gênero.
São universos (ou mercados) distintos, repletos de particularidades.
A 'globalização' aproximou mais do que afastou, é óbvio.
Criou uma percepção de gênero comum.
Fez de alguns comportamentos uma caracterização de 'tribo'.
Mas mesmo nos casos mais gritantes, onde a externalização do comportamento aproxima, o estudo da motivação pode afastar.
Fracionar o mercado é ter a possibilidade de definir semelhanças em cada pedaço ou porção.
Homem e mulher.
Criança e Idoso.
Brancos e negros.
Brasileiros e estrangeiros.
Baianos e Gaúchos.
Facas guinzo!!! Onde eu achei essa....
Mercado é gênero.
Quando afirmo que pode ser compreendido - e decifrado - é porque sei que mercado (gênero) pode ser dividido ou fracionado.
Repartido fica mais visível.
É com a técnica das facas 'guinzo' que podemos des-cobrir os esconderijos e nuances do mercado.Aplicamos a palavra 'MERCADO' - indistintamente - quando fazemos referência ao 'mercado de Londres'; 'de Paris'; 'de São Paulo'; ou 'de Carambola'.
É evidente que poucos entendem a dimensão do que está por trás da aplicação do gênero nessas circunstâncias.São universos (ou mercados) distintos, repletos de particularidades.
A 'globalização' aproximou mais do que afastou, é óbvio.
Criou uma percepção de gênero comum.
Fez de alguns comportamentos uma caracterização de 'tribo'.
Mas mesmo nos casos mais gritantes, onde a externalização do comportamento aproxima, o estudo da motivação pode afastar.
Fracionar o mercado é ter a possibilidade de definir semelhanças em cada pedaço ou porção.
Homem e mulher.
Criança e Idoso.
Brancos e negros.
Brasileiros e estrangeiros.
Baianos e Gaúchos.
Fracionando é possível agrupar (segmentar).
Nos grupos (segmentos) podemos obter respostas.
Nos grupos (segmentos) podemos obter respostas.
É quase infinita a possibilidade de segmentação.
E quanto melhor for esse fracionamento, mais fácil entender e interagir com o mercado.Facas guinzo!!! Onde eu achei essa....
quinta-feira, 10 de junho de 2010
O mercado pode ser decifrado
Quando falamos em mercado, fico sempre com a sensação de que 'esse ser abstrato e intocável' é indecifrável!!!
O mercado é um 'monstro' que anda sozinho; pensa sozinho; e faz o que quer, como quer.
ISSO NÃO EXISTE.
Esse é mais um mito (MONSTRO) que nós criamos.
Nós, claro; 'homo sapiens', neste caso, homo sabidus!!!
O mercado é composto de pessoas, que trabalham em negócios.
Não? Ok.
O mercado é composto de negócios, onde trabalham pessoas.
Não? Ok.
O mercado é composto de pessoas, que criam negócios, onde trabalham pessoas.
Não? Ok.
O mercado é composto de negócios, onde pessoas e máquinas produzem, para terem seus produtos reconhecidos e desejados por pessoas.
Não? Que não, chega!!!
O mercado é feito de pessoas. Tudo acontece em decorrência das pessoas e seus comportamentos.
Sempre, em qualquer situação, vamos acabar nas pessoas.
Então, se falamos de pessoas, falamos de gente como a gente.
Uma carne aqui, um osso ali, uma cabecinha para pensar, um coração para pulsar e outras coisas do gênero humano.
Se é humano, NÓS SOMOS O MERCADO.
A inteligência por trás dessa roda é humana.
Os produtos são criados por pessoas.
As estratégias pensadas por pessoas.
A execução e a operação do negócio guiada por pessoas.
Se é assim, então nós podemos entender o mercado.
O MERCADO É COMPREENSÍVEL E DECIFRÁVEL, é só perder o medo!!!
O mercado é um 'monstro' que anda sozinho; pensa sozinho; e faz o que quer, como quer.
ISSO NÃO EXISTE.
Esse é mais um mito (MONSTRO) que nós criamos.
Nós, claro; 'homo sapiens', neste caso, homo sabidus!!!
O mercado é composto de pessoas, que trabalham em negócios.
Não? Ok.
O mercado é composto de negócios, onde trabalham pessoas.
Não? Ok.
O mercado é composto de pessoas, que criam negócios, onde trabalham pessoas.
Não? Ok.
O mercado é composto de negócios, onde pessoas e máquinas produzem, para terem seus produtos reconhecidos e desejados por pessoas.
Não? Que não, chega!!!
O mercado é feito de pessoas. Tudo acontece em decorrência das pessoas e seus comportamentos.
Sempre, em qualquer situação, vamos acabar nas pessoas.
Então, se falamos de pessoas, falamos de gente como a gente.
Uma carne aqui, um osso ali, uma cabecinha para pensar, um coração para pulsar e outras coisas do gênero humano.
Se é humano, NÓS SOMOS O MERCADO.
A inteligência por trás dessa roda é humana.
Os produtos são criados por pessoas.
As estratégias pensadas por pessoas.
A execução e a operação do negócio guiada por pessoas.
Se é assim, então nós podemos entender o mercado.
O MERCADO É COMPREENSÍVEL E DECIFRÁVEL, é só perder o medo!!!
Se a HSM faz, você deveria pensar em fazer
Passamos da fase de entender 'Planejamento'. Espero, claro!!??
Começamos por aqui, pois em primeiro lugar deve-se entender o lugar do 'Planejamento' na linguagem do executivo. Sem reconhecer sua importância, outro passo é perda de tempo.
Reconhecendo que a vida da empresa depende do profissionalismo e qualidade do 'Planejamento', podemos avançar para os diversos estágios dessa jornada fantástica!!!
Dentre os grandes, Peter Drucker é o maior.
Isso é dito por gente de muito peso, como Kotler. E ambos são fervorosos defensores de que a empresa precisa conhecer seu negócio e assumir algumas definições de personalidade (identidade, talvez?).
A HSM (hsmglobol.com), um grupo de compilação e divulgação do pensamento mais atual em gestão, tem sua identidade bem definida.
Veja o que eles dizem:
QUEM SOMOS
HSM – líder em conteúdos multimídia de management.
A HSM é o vínculo entre os executivos de todos os setores de negócios e o melhor conteúdo de management do mundo.
Durante mais de 20 anos, nós selecionamos, adaptamos e distribuímos as ideias mais inovadoras para aqueles que criam, lideram e transformam os negócios.
Nossa Missão
Anteciparmo-nos às necessidades de conhecimento, combinando ideias inovadoras e experiências de sucesso.
Trabalhamos para:
• Transformar o conhecimento em ação.
• Oferecer clareza e objetividade ao processo de tomada de decisões.
• Estender os limites.
• Construir oportunidades.
• Criar experiências transformadoras para nossos clientes, nosso pessoal e nossos acionistas.
• Dar poderosas contribuições ao recurso mais escasso: o capital humano.
Nossa Visão
Ser a referência mundial de “ideias em ação” para aqueles que criam, lideram e transformam os negócios em todo o mundo.
Nossos Valores
Acreditamos:
• Na integridade, na honestidade e no compromisso.
• No afã para aceitar desafios.
• Na diversidade cultural, religiosa, étnica e de gênero.
• No padrão 10+ e na excelência em tudo o que fazemos.
• No valor do tempo, o único recurso com valor infinito.
• Nas ideias inovadoras, acompanhadas de fórmulas para a ação.
• No planejamento rigoroso.
É por aí. A HMS é o 'bloguinho do Mussi' maior!!!
Até eu gostei dessa!!!
Começamos por aqui, pois em primeiro lugar deve-se entender o lugar do 'Planejamento' na linguagem do executivo. Sem reconhecer sua importância, outro passo é perda de tempo.
Reconhecendo que a vida da empresa depende do profissionalismo e qualidade do 'Planejamento', podemos avançar para os diversos estágios dessa jornada fantástica!!!
Dentre os grandes, Peter Drucker é o maior.
Isso é dito por gente de muito peso, como Kotler. E ambos são fervorosos defensores de que a empresa precisa conhecer seu negócio e assumir algumas definições de personalidade (identidade, talvez?).
A HSM (hsmglobol.com), um grupo de compilação e divulgação do pensamento mais atual em gestão, tem sua identidade bem definida.
Veja o que eles dizem:
QUEM SOMOS
HSM – líder em conteúdos multimídia de management.
A HSM é o vínculo entre os executivos de todos os setores de negócios e o melhor conteúdo de management do mundo.
Durante mais de 20 anos, nós selecionamos, adaptamos e distribuímos as ideias mais inovadoras para aqueles que criam, lideram e transformam os negócios.
Nossa Missão
Anteciparmo-nos às necessidades de conhecimento, combinando ideias inovadoras e experiências de sucesso.
Trabalhamos para:
• Transformar o conhecimento em ação.
• Oferecer clareza e objetividade ao processo de tomada de decisões.
• Estender os limites.
• Construir oportunidades.
• Criar experiências transformadoras para nossos clientes, nosso pessoal e nossos acionistas.
• Dar poderosas contribuições ao recurso mais escasso: o capital humano.
Nossa Visão
Ser a referência mundial de “ideias em ação” para aqueles que criam, lideram e transformam os negócios em todo o mundo.
Nossos Valores
Acreditamos:
• Na integridade, na honestidade e no compromisso.
• No afã para aceitar desafios.
• Na diversidade cultural, religiosa, étnica e de gênero.
• No padrão 10+ e na excelência em tudo o que fazemos.
• No valor do tempo, o único recurso com valor infinito.
• Nas ideias inovadoras, acompanhadas de fórmulas para a ação.
• No planejamento rigoroso.
É por aí. A HMS é o 'bloguinho do Mussi' maior!!!
Até eu gostei dessa!!!
sábado, 5 de junho de 2010
Agora vou de vez!!!
Planos prontos. Tudo em cima. Posso partir.
Claro!!! Mas respeitando os pontos de checagem.
Executar um 'Plano' exige, como numa prova de 'rally', pontos de checagem. Mapa na mão do navegador e paradas para checagem e referência cartográfica.
É exatamente assim com um 'bom plano'. Previsão de paradas para revisões e avaliações. Você não pode se dar ao luxo de descobrir que saiu da rota em mil quilômetros!!! Isso quebra a empresa.
Por isso os 'bons planos' contemplam pontos de controles pré-vistos e bem definidos - como regra do jogo.
Controlar é uma etapa definitiva do jogo.
Você precisa ter esse controle.
E você precisa acreditar que o resultado da checagem (controle) é confiável para orientar suas decisões.
Se tudo indicar que o 'Plano' está sendo bem cumprido, e que prazos e regras acontecem como definido, ótimo.
E se indicar um erro?
E se o erro for grave?
Melhor saber logo, assim o plano de contingência pode ser colocado em prática. O quê? Você não tem 'Plano de Contingência'?
Perdão, volte a casa um. Pelo amor dos planejadores!!!
Você monta um tremendo 'Plano' e só acredita numa hipótese??? Que tudo vai acontecer exatamente como previsto.
Há limites para o otimismo. E no campo empresarial, otimismo é uma virtude - acompanhada de cautela, sempre!!!
E cautela é saber que não temos controle de todas as variáveis. A natureza é maior e mais poderosa.
Por isso levamos lanterna; provisões adicionais de comida; bastante água; roupa para um frio acima do previsto; e outras coisas mais que permitam - sempre - manter o prumo do projeto.
Seja um planejador coerente. Monte um 'Plano de Controle'. E use sua provisão adicional de água se for necessário.
O mundo dos negócios exige a mesma perícia dos grandes navegadores!!!
Precisão e provisão!!!
Claro!!! Mas respeitando os pontos de checagem.
Executar um 'Plano' exige, como numa prova de 'rally', pontos de checagem. Mapa na mão do navegador e paradas para checagem e referência cartográfica.
É exatamente assim com um 'bom plano'. Previsão de paradas para revisões e avaliações. Você não pode se dar ao luxo de descobrir que saiu da rota em mil quilômetros!!! Isso quebra a empresa.
Por isso os 'bons planos' contemplam pontos de controles pré-vistos e bem definidos - como regra do jogo.
Controlar é uma etapa definitiva do jogo.
Você precisa ter esse controle.
E você precisa acreditar que o resultado da checagem (controle) é confiável para orientar suas decisões.
Se tudo indicar que o 'Plano' está sendo bem cumprido, e que prazos e regras acontecem como definido, ótimo.
E se indicar um erro?
E se o erro for grave?
Melhor saber logo, assim o plano de contingência pode ser colocado em prática. O quê? Você não tem 'Plano de Contingência'?
Perdão, volte a casa um. Pelo amor dos planejadores!!!
Você monta um tremendo 'Plano' e só acredita numa hipótese??? Que tudo vai acontecer exatamente como previsto.
Há limites para o otimismo. E no campo empresarial, otimismo é uma virtude - acompanhada de cautela, sempre!!!
E cautela é saber que não temos controle de todas as variáveis. A natureza é maior e mais poderosa.
Por isso levamos lanterna; provisões adicionais de comida; bastante água; roupa para um frio acima do previsto; e outras coisas mais que permitam - sempre - manter o prumo do projeto.
Seja um planejador coerente. Monte um 'Plano de Controle'. E use sua provisão adicional de água se for necessário.
O mundo dos negócios exige a mesma perícia dos grandes navegadores!!!
Precisão e provisão!!!
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Fui ao Shopping no feriado
Acabei na cilada mais comum de uma quinta chuvosa no Rio. Uma quinta de feriado. Fui ao 'Shopping', com mulher e filho de nove anos!!!
Se fosse encarar o que foi, sem qualquer outra visão ou pensamento, nem precisaria escrever o artigo.
Vocês devem imaginar o principal 'Shopping da Barra da Tijuca', no Rio, sete horas da noite! Era coisa de maluco, com carteira assinada!!!
Mas o grande barato é que tudo isso virou, a muitos anos, material de pesquisa da 'ciência de mercado'. Assim, tudo é 'pesquisa de campo' (minado).
Por que vamos ao 'Shopping' numa situação assim?
Já sabemos as consequências, mas reprisamos a cena.
Será que os casamentos acabam por essas idas ao 'Shopping'? Provavelmente um alto percentual.
Duas boas:
Fui numa livraria grande e bastante conceituada no 'Shopping'. Um Oásis de tranquilidade em meio ao caos absoluto. Quase um abrigo.
Tudo em perfeita harmonia. Um outro tempo.
Quis ver umas trilogias de vídeos.
Fui atendido por um cara muito bacana e solícito.
Era treinado e sabia o que estava fazendo.
Senti segurança de pronto e, com isso, deixei que ele conduzisse o show.
Foi realmente um show (e inesperado, pela situação geral do 'Shopping').
Ele conseguiu o produto que buscava e um outro similar. Pude reservar, porque o similar vinha de outra loja.
Tudo muito alegre e conduzido com enorme profissionalismo.
Fiz a reserva.
O pacote mais caro era o que interessava. Era vendido a R$ 65,00. Achei legal.
Sai bem satisfeito!!!
Back to hell!!!
Quase em frente, um magazine de marca, local de muito giro e gente. Com o 'Shopping' lotado, a coisa fica confusa. Você fica perdido.
É uma abordagem de varejão.
Muita oferta; muita promoção; muita gente; pouca informação; e uma loja bagunçada - nesta altura do dia.
Depois de um tempo, consegui um rapaz jovem, bem humorado, para ir a caça do que queria. Voltou feliz porque tinha meu produto em estoque. Preço de venda: R$56,00.
Também separei. Queria pensar. Precisava pensar!!!
A diferença era de nove reais!!!???
Mesmo shopping.
Duas grandes marcas dos segmentos.
Uma livraria.
Outra magazine.
Uma sofisticada, outra varejo de carregação.
Uma com serviço (atendimento), outra com entrega (no máximo).
E aí, seu Marco Mussi, qual a moral da estória?
É a máxima da teoria de percepção de valor. Isso versus aquilo.
Posso economizar nove (e não ser ninguém) ou posso investir nove (para ser alguém). Como agem os consumidores?
Por que as empresas vendem o mesmo produto de uma forma tão distinta?
O que elas querem?
E o preço, o que tem de relevante na decisão?
Vocês e eu somos os clientes.
Tá visto aqui que há opções de nível de serviço com o pagamento do prêmio.
Como você agiria?
Todos os momentos do dia vivemos assim. Com o dilema de trocar conforto e serviço por economia.
Qual a sua decisão?
Se fosse encarar o que foi, sem qualquer outra visão ou pensamento, nem precisaria escrever o artigo.
Vocês devem imaginar o principal 'Shopping da Barra da Tijuca', no Rio, sete horas da noite! Era coisa de maluco, com carteira assinada!!!
Mas o grande barato é que tudo isso virou, a muitos anos, material de pesquisa da 'ciência de mercado'. Assim, tudo é 'pesquisa de campo' (minado).
Por que vamos ao 'Shopping' numa situação assim?
Já sabemos as consequências, mas reprisamos a cena.
Será que os casamentos acabam por essas idas ao 'Shopping'? Provavelmente um alto percentual.
Duas boas:
Fui numa livraria grande e bastante conceituada no 'Shopping'. Um Oásis de tranquilidade em meio ao caos absoluto. Quase um abrigo.
Tudo em perfeita harmonia. Um outro tempo.
Quis ver umas trilogias de vídeos.
Fui atendido por um cara muito bacana e solícito.
Era treinado e sabia o que estava fazendo.
Senti segurança de pronto e, com isso, deixei que ele conduzisse o show.
Foi realmente um show (e inesperado, pela situação geral do 'Shopping').
Ele conseguiu o produto que buscava e um outro similar. Pude reservar, porque o similar vinha de outra loja.
Tudo muito alegre e conduzido com enorme profissionalismo.
Fiz a reserva.
O pacote mais caro era o que interessava. Era vendido a R$ 65,00. Achei legal.
Sai bem satisfeito!!!
Back to hell!!!
Quase em frente, um magazine de marca, local de muito giro e gente. Com o 'Shopping' lotado, a coisa fica confusa. Você fica perdido.
É uma abordagem de varejão.
Muita oferta; muita promoção; muita gente; pouca informação; e uma loja bagunçada - nesta altura do dia.
Depois de um tempo, consegui um rapaz jovem, bem humorado, para ir a caça do que queria. Voltou feliz porque tinha meu produto em estoque. Preço de venda: R$56,00.
Também separei. Queria pensar. Precisava pensar!!!
A diferença era de nove reais!!!???
Mesmo shopping.
Duas grandes marcas dos segmentos.
Uma livraria.
Outra magazine.
Uma sofisticada, outra varejo de carregação.
Uma com serviço (atendimento), outra com entrega (no máximo).
E aí, seu Marco Mussi, qual a moral da estória?
É a máxima da teoria de percepção de valor. Isso versus aquilo.
Posso economizar nove (e não ser ninguém) ou posso investir nove (para ser alguém). Como agem os consumidores?
Por que as empresas vendem o mesmo produto de uma forma tão distinta?
O que elas querem?
E o preço, o que tem de relevante na decisão?
Vocês e eu somos os clientes.
Tá visto aqui que há opções de nível de serviço com o pagamento do prêmio.
Como você agiria?
Todos os momentos do dia vivemos assim. Com o dilema de trocar conforto e serviço por economia.
Qual a sua decisão?
segunda-feira, 31 de maio de 2010
E agora?
É...e agora?
Você e sua empresa já definiram 'o que' fazer. Todas as metas estão aprovadas e há uma sensação agradável que 'o barco tem rumo'.
Beleza, beleza. Mas e agora, 'como' fazer?
Sabe-se que é para o sul que a empresa decidiu seguir.
Mas e o roteiro? Como chegar ao sul no dia e hora marcados?
Bem, você passou pelo teste de avaliação física, mas ainda não sabe como vai ser a corrida.
Está na hora de definir o 'como'. Qual o plano?
Mais uma vez, dá-lhe 'Planejamento'. É a proposta de 'execução da estratégia'.
Como a empresa vai chegar lá?
Nesta hora, definidos e reunidos recursos, os 'cartógrafos' precisam fazer o mapa.
E mais uma vez a organização está empenhada em definir um bom 'Plano'. O 'Plano de Execução' da estratégia.
Uma boa estratégia é um belíssimo início de jornada, mas ainda não é a vitória.
É uma etapa classificatória.
Vitória é chegar ao resultado projetado e saber que foi a escolha certa.
Para isso, a empresa precisa de um maravilhoso plano de ação. Cada departamento deve debruçar-se sobre seu quinhão e montar seu 'Plano'.
Esta é outra etapa do processo. Elaborar e aprovar o 'plano de ação'.
A viagem é para o sul; a cidade é conhecida; o dia e hora da chegada estão definidos; e a empresa tem um caminho mais adequado para a 'caravana'. Assim, confiantes e seguros, o barco pode içar velas e partir.
Adelante e avante!!!
Você e sua empresa já definiram 'o que' fazer. Todas as metas estão aprovadas e há uma sensação agradável que 'o barco tem rumo'.
Beleza, beleza. Mas e agora, 'como' fazer?
Sabe-se que é para o sul que a empresa decidiu seguir.
Mas e o roteiro? Como chegar ao sul no dia e hora marcados?
Bem, você passou pelo teste de avaliação física, mas ainda não sabe como vai ser a corrida.
Está na hora de definir o 'como'. Qual o plano?
Mais uma vez, dá-lhe 'Planejamento'. É a proposta de 'execução da estratégia'.
Como a empresa vai chegar lá?
Nesta hora, definidos e reunidos recursos, os 'cartógrafos' precisam fazer o mapa.
E mais uma vez a organização está empenhada em definir um bom 'Plano'. O 'Plano de Execução' da estratégia.
Uma boa estratégia é um belíssimo início de jornada, mas ainda não é a vitória.
É uma etapa classificatória.
Vitória é chegar ao resultado projetado e saber que foi a escolha certa.
Para isso, a empresa precisa de um maravilhoso plano de ação. Cada departamento deve debruçar-se sobre seu quinhão e montar seu 'Plano'.
Esta é outra etapa do processo. Elaborar e aprovar o 'plano de ação'.
A viagem é para o sul; a cidade é conhecida; o dia e hora da chegada estão definidos; e a empresa tem um caminho mais adequado para a 'caravana'. Assim, confiantes e seguros, o barco pode içar velas e partir.
Adelante e avante!!!
'Planejamento Estratégico', mitos e lendas
Só de ouvir, há quem se arrepie! Parece coisa de outro mundo.
Inatingível!
Incompreensível!
Irreal!
Ou pior, ignorado (por ser mal falado)!
'O MAIOR DE TODOS OS MITOS DA ADMINISTRAÇÃO', sem dúvida.
A razão para esse 'status' de assunto intocável é séria. MUITO SÉRIA!!!
Compreender o significado de 'Planejar o Estratégico' é abrir um mundo novo - e simples - à qualquer empresário. Criar e alimentar o mito é esconder a verdade.
Por que fazem tanta questão de vender o mito?
Só pode ser para guardar um segredo que não existe. Isso deve atender interesses 'não tratados nesse espaço'.
Vamos ao assunto "mineiramente" - devagar e sempre.
PE é 'Planejamento Formal' como qualquer outro 'Planejamento de Verdade'.
O rótulo 'ESTRATÉGICO' vem da sua importância para a existência da organização.
As definições do 'PE' são o princípio e o fim de tudo que vai acontecer na empresa.
As definições do 'PE' devem ser o guia de bolso da direção, que, por obrigação funcional, precisa adotar o guia como cartilha e alvo do seu trabalho.
São 'estratégicas' porque encerram temas relevantes para o sucesso e sobrevivência do negócio. E importantes demais para dividir o rol das decisões operacionais.
Embora tenham toda 'essa banca', continuam sendo apenas 'construção de cenários e decisões'.
A vida íntima de todo empresário. Sua razão de existir: 'gostar de analisar e decidir'.
Sem esse desejo (predicado), não estamos tratando do espécime 'homos empresariums'.
Listadas; organizadas; revistas; priorizadas; definidas; e, executadas, passam a ser o caminho que a empresa vai tomar para atingir seus objetivos.
É SÓ ISSO. QUALQUER VÍRGULA A MAIS, É PURA FIRULA.
E de firula, já bastam os vendedores!!!
Inatingível!
Incompreensível!
Irreal!
Ou pior, ignorado (por ser mal falado)!
'O MAIOR DE TODOS OS MITOS DA ADMINISTRAÇÃO', sem dúvida.
A razão para esse 'status' de assunto intocável é séria. MUITO SÉRIA!!!
Compreender o significado de 'Planejar o Estratégico' é abrir um mundo novo - e simples - à qualquer empresário. Criar e alimentar o mito é esconder a verdade.
Por que fazem tanta questão de vender o mito?
Só pode ser para guardar um segredo que não existe. Isso deve atender interesses 'não tratados nesse espaço'.
Vamos ao assunto "mineiramente" - devagar e sempre.
PE é 'Planejamento Formal' como qualquer outro 'Planejamento de Verdade'.
O rótulo 'ESTRATÉGICO' vem da sua importância para a existência da organização.
As definições do 'PE' são o princípio e o fim de tudo que vai acontecer na empresa.
As definições do 'PE' devem ser o guia de bolso da direção, que, por obrigação funcional, precisa adotar o guia como cartilha e alvo do seu trabalho.
São 'estratégicas' porque encerram temas relevantes para o sucesso e sobrevivência do negócio. E importantes demais para dividir o rol das decisões operacionais.
Embora tenham toda 'essa banca', continuam sendo apenas 'construção de cenários e decisões'.
A vida íntima de todo empresário. Sua razão de existir: 'gostar de analisar e decidir'.
Sem esse desejo (predicado), não estamos tratando do espécime 'homos empresariums'.
Listadas; organizadas; revistas; priorizadas; definidas; e, executadas, passam a ser o caminho que a empresa vai tomar para atingir seus objetivos.
É SÓ ISSO. QUALQUER VÍRGULA A MAIS, É PURA FIRULA.
E de firula, já bastam os vendedores!!!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Por que 'Planejamento Formal'?
Uso a expressão 'Planejamento Formal' quando trato do tema, embora saiba que é redundância pura.
Se é 'Planejamento' tem que ser formal. Do contrário, para este autor, não tem valor.
É 'Planejamento de calçada'!!!
Planejar exige um ritual muito bem elaborado. Vamos combinar que é a 'missa do empresário'. É quando ele/ela vai pedir a benção dos 'Deuses dos negócios' para que suas decisões sejam melhores e mais acertadas que a dos concorrentes.
Se você realmente quer ver seu negócio progredir, precisa incorporar esse ritual a sua vida empresarial.
Suas perguntas devem seguir um roteiro. E o roteiro é que vai determinar a qualidade do produto: seu plano.
Algumas perguntas básicas:
Essas e outras perguntas devem estar na mesa e no plano para o planejamento atingir seu objetivo principal.
E qual é esse badalado propósito?
É pensar o negócio e tomar decisões com base em informações e dados que possam auxiliar em 'decisões mais acertadas'.
É aumentar muito 'a qualidade da decisão'.
É 'definir prioridades'.
É separar 'o mais importante do menos importante'.
É cercar-se de cuidados e pessoas que possam colaborar nessa 'tarefa essencial da vida empresarial'.
É saber 'o que fazer' antes de começar a fazer.
É montar 'um roteiro' (como uma viagem).
Agora, lembre-se: isso é uma atividade que pode - e deve - ser aprimorada.
Nunca vai ser perfeito. Mas pode melhorar sempre.
Basta você acreditar e querer.
Se é 'Planejamento' tem que ser formal. Do contrário, para este autor, não tem valor.
É 'Planejamento de calçada'!!!
Planejar exige um ritual muito bem elaborado. Vamos combinar que é a 'missa do empresário'. É quando ele/ela vai pedir a benção dos 'Deuses dos negócios' para que suas decisões sejam melhores e mais acertadas que a dos concorrentes.
Se você realmente quer ver seu negócio progredir, precisa incorporar esse ritual a sua vida empresarial.
Suas perguntas devem seguir um roteiro. E o roteiro é que vai determinar a qualidade do produto: seu plano.
Algumas perguntas básicas:
- Por que 'Planejar'?
- Como você pode começar?
- O que é necessário?
- Quem deve participar?
- Como validar as decisões?
- Como acompanhar os resultados?
- Como fazer uma análise criteriosa da qualidade do planejamento?
Essas e outras perguntas devem estar na mesa e no plano para o planejamento atingir seu objetivo principal.
E qual é esse badalado propósito?
É pensar o negócio e tomar decisões com base em informações e dados que possam auxiliar em 'decisões mais acertadas'.
É aumentar muito 'a qualidade da decisão'.
É 'definir prioridades'.
É separar 'o mais importante do menos importante'.
É cercar-se de cuidados e pessoas que possam colaborar nessa 'tarefa essencial da vida empresarial'.
É saber 'o que fazer' antes de começar a fazer.
É montar 'um roteiro' (como uma viagem).
Agora, lembre-se: isso é uma atividade que pode - e deve - ser aprimorada.
Nunca vai ser perfeito. Mas pode melhorar sempre.
Basta você acreditar e querer.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Em primeiro 'o que?'
Você tem um negócio estabilizado e que completa, em 2010, 12 anos de vida.
Então não estamos falando de 'plano de negócios' repleto de 'boas respostas'.
Estamos tratando de um negócio que existe e que vive seu dia-a-dia em meio ao caos dos negócios de varejo numa grande cidade.
A competição aumenta a cada ano. Você tem a sensação que o mercado está encolhendo. Seu negócio sofre os efeitos da 'luta' que se trava pelo mesmo cliente.
E você tem que acordar e enfrentar o mássacre do operacional.
E todo 'santo dia' é a mesma batalha!!!
Olha só, você não está sozinho. Existem milhares de pessoas que vivem exatamente como você!!! É o famoso 'Deus nos acuda'.
Mas será que tem jeito de mudar?
A sua vida empresarial pode evoluir?
Você pode sair dessa situação de 'quitandeiro' e virar empresário de verdade?
Claro!!!
E só depende de você.
Você precisa, em primeiríssimo lugar, passar a acreditar em 'Planejamento'.
Não, não. Para.
Não vai começar dizendo que acredita e blá blá blá.
Se acredita e não faz nada para mudar, é como se não acreditasse.
Você precisa fazer do 'Planejamento' sua segunda religião. Peça benção à seu Deus e depois peça luz para seu momento de 'Planejamento Formal' (nada de papelzinho escrito e arrancado do bloco!!! e enfiado no bolso). Planejamento não é isso.
Estou falando de aprender a fazer do 'Planejamento Formal' uma rotina de trabalho como outra qualquer do seu dia.
E o 'Planejamento Formal' deve (tem que) responder aos seus 'o que'.
O que vou fazer?
Se você não sabe o que fazer e age, você está colocando o 'como fazer' na frente do 'que fazer'.
Aí dá um bolo danado!!! Solado, é claro.
Você precisa da pergunta 'o que fazer'. Ela é a pergunta essencial do seu 'Planejamento'.
Exercitando essa técnica você vai iniciar a grande mudança da sua vida empresarial. Você vai começar a definir prioridades. Você vai ter um guia de perguntas que precisam de boas respostas.
A qualidade dessas perguntas é o fundamento do bom 'Planejamento'. Você precisa aprender a fazer a pergunta certa.
Lembre-se: primeiro 'o que', depois 'como'.
A sua vida vai se transformar.
E os leões do seu zoológico vão se adestrar e ficar menos ferozes.
Então não estamos falando de 'plano de negócios' repleto de 'boas respostas'.
Estamos tratando de um negócio que existe e que vive seu dia-a-dia em meio ao caos dos negócios de varejo numa grande cidade.
A competição aumenta a cada ano. Você tem a sensação que o mercado está encolhendo. Seu negócio sofre os efeitos da 'luta' que se trava pelo mesmo cliente.
E você tem que acordar e enfrentar o mássacre do operacional.
E todo 'santo dia' é a mesma batalha!!!
Olha só, você não está sozinho. Existem milhares de pessoas que vivem exatamente como você!!! É o famoso 'Deus nos acuda'.
Mas será que tem jeito de mudar?
A sua vida empresarial pode evoluir?
Você pode sair dessa situação de 'quitandeiro' e virar empresário de verdade?
Claro!!!
E só depende de você.
Você precisa, em primeiríssimo lugar, passar a acreditar em 'Planejamento'.
Não, não. Para.
Não vai começar dizendo que acredita e blá blá blá.
Se acredita e não faz nada para mudar, é como se não acreditasse.
Você precisa fazer do 'Planejamento' sua segunda religião. Peça benção à seu Deus e depois peça luz para seu momento de 'Planejamento Formal' (nada de papelzinho escrito e arrancado do bloco!!! e enfiado no bolso). Planejamento não é isso.
Estou falando de aprender a fazer do 'Planejamento Formal' uma rotina de trabalho como outra qualquer do seu dia.
E o 'Planejamento Formal' deve (tem que) responder aos seus 'o que'.
O que vou fazer?
Se você não sabe o que fazer e age, você está colocando o 'como fazer' na frente do 'que fazer'.
Aí dá um bolo danado!!! Solado, é claro.
Você precisa da pergunta 'o que fazer'. Ela é a pergunta essencial do seu 'Planejamento'.
Exercitando essa técnica você vai iniciar a grande mudança da sua vida empresarial. Você vai começar a definir prioridades. Você vai ter um guia de perguntas que precisam de boas respostas.
A qualidade dessas perguntas é o fundamento do bom 'Planejamento'. Você precisa aprender a fazer a pergunta certa.
Lembre-se: primeiro 'o que', depois 'como'.
A sua vida vai se transformar.
E os leões do seu zoológico vão se adestrar e ficar menos ferozes.
sábado, 22 de maio de 2010
Qual o maior 'P' do varejo?
Se você entende que o 'P' de promoção é relativo a 'promover' - tornar conhecido - qual o principal item de promoção de 'negócios do varejo'?
É o local que você faz negócio. É seu ponto de distribuição. É sua loja.
As pessoas, muitas vezes, não se atentam para isso.
Você quer uma prova.
Abra uma loja de vinhos num local afastado. Ou abra uma loja de vinhos na rua mais badalada da sua cidade.
O que vai acontecer?
A loja da rua badalada, se for bem formatada, abre as portas e vende no primeiro dia.
A outra pode ficar dias sem receber um cliente.
Por que?
É tão óbvio. Uma está localizada num ponto que 'promove' o negócio imediatamente. Na tal rua circulam centenas - ou milhares - de pessoas e carros. A loja é um enorme 'outdoor'.
A outra vai precisar nascer para o mercado. Esse outro negócio vai precisar de um tremendo esforço 'promocional'.
Um nasce e pode dar certo na primeira semana. O outro pode precisar de meses - ou anos - para ser conhecido e 'consumido' pelo mercado.
Então, lembre-se: seu item número um de promoção é seu negócio e sua localização. Escolha com sabedoria onde vai abrir suas portas.
Essa escolha pode definir seu destino.
É o local que você faz negócio. É seu ponto de distribuição. É sua loja.
As pessoas, muitas vezes, não se atentam para isso.
Você quer uma prova.
Abra uma loja de vinhos num local afastado. Ou abra uma loja de vinhos na rua mais badalada da sua cidade.
O que vai acontecer?
A loja da rua badalada, se for bem formatada, abre as portas e vende no primeiro dia.
A outra pode ficar dias sem receber um cliente.
Por que?
É tão óbvio. Uma está localizada num ponto que 'promove' o negócio imediatamente. Na tal rua circulam centenas - ou milhares - de pessoas e carros. A loja é um enorme 'outdoor'.
A outra vai precisar nascer para o mercado. Esse outro negócio vai precisar de um tremendo esforço 'promocional'.
Um nasce e pode dar certo na primeira semana. O outro pode precisar de meses - ou anos - para ser conhecido e 'consumido' pelo mercado.
Então, lembre-se: seu item número um de promoção é seu negócio e sua localização. Escolha com sabedoria onde vai abrir suas portas.
Essa escolha pode definir seu destino.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Comunicação Profissional
Comunicar seu negócio ao público. Falar com o mercado.
Se tivéssemos o poder de pegar o telefone e falar com todos nossos clientes, atuantes ou potenciais, seria a realização do maior sonho empresarial. Mas isso não acontece. Pelo menos assim.
Existe uma barreira entre seu negócio e os consumidores.
A 'comunicação profissional' é meio para conseguir falar com o mercado.
Essa comunicação é que vai dar vida à empresa. As pessoas vão conhecer seu negócio através da definição da sua 'estratégia de comunicação'.
Na verdade, esse é o 'P' de promoção, muito confundido com a promoção do 'compre um e leve dois'.
Tudo que você decide fazer no seu negócio é comunicação profissional, pois em qualquer situação seu negócio está sendo avaliado.
E a avaliação de qualquer pessoa vai definir a posição do seu 'business'.
Se tivéssemos o poder de pegar o telefone e falar com todos nossos clientes, atuantes ou potenciais, seria a realização do maior sonho empresarial. Mas isso não acontece. Pelo menos assim.
Existe uma barreira entre seu negócio e os consumidores.
A 'comunicação profissional' é meio para conseguir falar com o mercado.
Essa comunicação é que vai dar vida à empresa. As pessoas vão conhecer seu negócio através da definição da sua 'estratégia de comunicação'.
Na verdade, esse é o 'P' de promoção, muito confundido com a promoção do 'compre um e leve dois'.
Tudo que você decide fazer no seu negócio é comunicação profissional, pois em qualquer situação seu negócio está sendo avaliado.
E a avaliação de qualquer pessoa vai definir a posição do seu 'business'.
- Como ele é percebido pelas pessoas;
- Que imagem fica da interação com sua empresa;
- Como classificam mentalmente seu negócio.
Se o que está dito aqui ainda não faz parte da sua realidade, acorde.
Bom dia!!! 'Welcome to the real world'!!??
Obrigado meu Deus!
Estou iniciando agora - neste instante - meu blog.
Quero, na minha primeira postagem, agradecer à Deus.
Obrigado Pai!
Obrigado por me permitir estar aqui, vivo e pensando.
Obrigado pela minha família e amigos.
Obrigado por tudo, Senhor, meu Pai.
Que o Senhor esteja em cada palavra colocada aqui!!!
Quero, na minha primeira postagem, agradecer à Deus.
Obrigado Pai!
Obrigado por me permitir estar aqui, vivo e pensando.
Obrigado pela minha família e amigos.
Obrigado por tudo, Senhor, meu Pai.
Que o Senhor esteja em cada palavra colocada aqui!!!
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